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        <title>blog</title>
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        <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog.php</link>
        <lastBuildDate>Wed, 25 Nov 2009 09:45:59 +0100</lastBuildDate>
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            <title>Devolução da Coleira: a dimensão inexplorada (Mestre JB)</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/devolu-o-da-coleira-a-dimens-o-inexplorada-mestre-jb-</link>
            <description>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: 'Times New Roman'; font-size: 16px; line-height: normal; &quot;&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(0, 0, 0); font: normal normal normal 13px/19px 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, Verdana, sans-serif; padding-top: 0.6em; padding-right: 0.6em; padding-bottom: 0.6em; padding-left: 0.6em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; &quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(176, 176, 176); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: normal; &quot;&gt;&lt;div class=&quot;entry&quot; style=&quot;line-height: 1.4em; &quot;&gt;&lt;div class=&quot;snap_preview&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(67, 67, 67); &quot;&gt;Para os quarentões como eu, eu chamaria esse artigo aos moldes do Jornada nas Estrelas: “Devolução de coleira, a fronteira final”; para os mais novos que não tiveram a chance de assistir às aventuras de Kirk, Spock e demais e aproveitando o ambiente de ação cidadã, eu diria que esse artigo chamaria “submiso, saiba seus direitos”.&lt;br&gt;Falando sério, na vivência que tenh do BDSM, sempre é exaltado os direitos e prerrogativas do Dominante: porque o Dominante pode decidir tudo em relação ao submisso, porque ao Dominante cabe escolher o lugar onde a sessão ocorrerá, porque ao Dominante cabe a escolha das práticas e por aí vai. Ninguém nega a precedência do Dominador ou Domme sobre a vida e relação do submisso, o que seria uma imensa bobagem.&lt;br&gt;No entanto, convém refletir: se assumimos a relação SM como tal, ou seja, um processo de interação dado em bases estabelecidas de antemão, provindas de uma negociação (que esperamos seja bem feita), espera-se que as bases que foram assentadas sejam mantidas e que haja algum nível de satisfação mútua e respeito ao indivíduo, tanto ao Dominante quanto ao submisso.&lt;br&gt;Sou um daqueles que não hesitaria em exercitar minhas prerrogativas de Dominante: jamais admitiria que minha submissa adotasse qualquer postura inconveniente, cometesse deslizes de conduta, enfim, não fosse digna de minha coleira.&lt;br&gt;E a contraparte? O quanto o Submisso deve suportar de inconveniências? Ressalte-se que eu não admito, e falo em causa própria, que a relação estabelecida careça tanto de interação que entre as partes a ponto de que não haja uma observação e que não se tenha conhecimento das necessidades, limites e , porque não dizer, inclusive vontades dos que compartilham conosco essa estrada.&lt;br&gt;Assim sendo, não me parece complicado que haja uma “acomodação” entre a extensão do poder do Dominante e o que na verdade o submisso tem como seus princípios porque, afinal, o ser humano que serve deve ser respeitado e exaltado em sua sublime entrega.&lt;br&gt;E quando isso não acontece? Como dissemos, ao Dominante cabe tomar a coleira do submisso que não o serve condignamente. Da mesma forma, o submisso não deve apassivar-se tanto a ponto de violentar-se em nome do serviço ao Dominante, à medida que a entrega é algo de livre exercício da vontade, uma opção sublime e consciente, um desvelo que avoluma-se à partir da clara consciência de que não há outra alternativa senão colocar-se fisica e espiritualmente de joelhos frente ao Senhor ou Senhora.&lt;br&gt;Os eventuais abusos por parte do Dominante,  e não estou dizendo o rigor e intensidade de práticas já que isso faz parte do jogo, e que torne a convivência insustentável, deixará ao submisso a única possibilidade de devolver a coleira já que não a conseguirá honrar e a cujo Dono ou Dona não conseguirá servir com a qualidade que o dignifica como submisso.&lt;br&gt;A entrega de coleira é, portanto, um gesto de dignidade e que não precisa ocorrer apenas nos casos que expusemos. Em qualquer percepção na qual não haja clareza que o servir seja feito em bases ótimas e esperadas pelo Dominante, declarar-se incapaz de cumprir o que se quer é um gesto que dignifica o submisso já que honra tanto a coleira que serve com o nome que tem.&lt;br&gt;Ressalte-se também que caminhar nas bases da honestidade, clareza e respeito sempre fazem desse momento algo que, por mais doloroso que seja, constitua-se como o final de uma relação que , indubitavelmente, ensejará boas lembranças e a certeza de que, até onde foi possivel, foi uma relação que apenas trouxe frutos, ensinamentos e lições para as proximas relações , aperfeiçoando o servir tanto quanto o Domínio e nos fará crescer como seres humanos dentro desse imenso mundo que é o BDSM.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 31 Oct 2008 09:06:21 +0100</pubDate>
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            <title>A compra de acessórios e equimantos em sex-shops (Senhor Carlos)</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/a-compra-de-acess-rios-e-equimantos-em-sex-shops-senhor-carlos-</link>
            <description>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: 'Lucida Grande'; line-height: 19px; &quot;&gt;&lt;p&gt; que me motivou a escrever este pequeno artigo, foi a atestada baixa qualidade da maioria dos equipamentos eróticos atualmente vendidos nos &quot;sex-shops&quot; da cidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso não é um problema apenas no Brasil, uma vez que a maioria dos produtos é importada e os nacionais igualmente não primam pela qualidade. Como dificilmente causas envolvendo este tipo de produto chegam à justiça, o comércio de produtos defeituosos e/ou de má qualidade continua intenso. Apenas para consolo dos brasileiros, nos &quot;sex-shops&quot; que visitei pelo mundo, também notei esta generalização de &quot;falta de qualidade&quot; (embora existam linhas produtos de melhor qualidade e preços mais elevados que não estão vindo para o País, em razão da instabilidade cambial, etc)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deixando de lado as críticas, pretende-se fazer uma abordagem prática, para que usuários destes produtos não &quot;queimem dinheiro&quot;, comprando equipamentos que depois se mostram pouco funcionais.&lt;br&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;Escolhendo entre &quot;dildos&quot; e &quot;plugues&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;Como distinguir&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A diferença entre um &quot;dildo&quot; (consolo) e um &quot;plugue&quot; é bastante grande. Os &quot;dildos&quot; são projetados basicamente para inserção vaginal e portanto, possuem um formato anatômico mais semelhante a um pênis (cilíndrico e comprido, com variações). As estrias são geralmente mais acentuadas, pelo fato dos tecidos a ficarem em contato ao &quot;dildo&quot; serem sensualmente sensíveis ao estímulo vibratório. Podem ser feitos em plástico ABS (liso e opaco/transparente) ou em variações de borracha de silicone (em Amsterdam vi de madeira torneada, que sinceramente não aconselho).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os &quot;plugues&quot;, por sua vez foram concebidos principalmente para inserção anal (masculina ou feminina). Possuem um acabamento normalmente mais &quot;liso&quot;, são mais curtos e possuem um formato semicônico peculiar. Se devidamente inseridos, permitem estimulação da base da bexiga, próstata (caso dos homens) e cólon do útero (caso das mulheres). A remoção posterior geralmente é feita com facilidade e como possuem uma base larga (que jamais deve ser inserida), não possuem o risco de &quot;entalar&quot;, como garrafas, etc. Normalmente &quot;assentam&quot; em uma posição que permite ao usuário &quot;segurar&quot; o plugue, comprimindo o esfíncter (alguns homens costumam usar um &quot;plug&quot; anal durante a prática sexual). São normalmente feitos em borracha de silicone, mas podem ser encontrados também em metal (alumínio anodizado), em diversos tamanhos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;&lt;br&gt;Escolhendo a finalidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Claro que o fato do &quot;desenho&quot; ser &quot;peculiar&quot; não impede que &quot;dildos&quot; sejam utilizados por via anal ou &quot;plugues&quot; em via vaginal. Mas não se aconselha que um mesmo &quot;acessório&quot; seja compartilhado nos dois fins: as borrachas de silicone são porosas e a higienização deste tipo de acessório jamais será perfeita. Portanto, ao adquirir um &quot;dildo&quot; ou &quot;plugue&quot;, escolha sua &quot;finalidade&quot; definitiva e não a altere, principalmente se inserido primeiramente por via anal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma vez definida a finalidade do &quot;acessório&quot; em questão, convém ter em mente alguns fatores relevantes: formato, diâmetro, material, etc. É comum ver pessoas entrarem em &quot;sex-shops&quot; e ficarem completamente desnorteadas em meio a um mundo de acessórios tão diversificados. Antes de pedir para testar todos os tipos de aparelhos, tente mentalizar onde será utilizado e qual a sensação que se deseja obter. Se for utilizar em si, lembre-se das suas próprias &quot;dimensões&quot; ou corre o risco de adquirir um equipamento completamente inútil!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se for presentear alguém, isto se torna ainda mais crítico: a maioria dos &quot;acessórios&quot; possui dimensões acima daquelas que se poderia considerar &quot;adequadas&quot; e serve mais para impressionar o presenteado do que para o uso, principalmente de iniciantes. Lembre-se que um &quot;dildo&quot; de borracha certamente não acomodará tão facilmente como um pênis de verdade, das mesmas dimensões. Tenha isso em mente antes de sair comprando...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, seja criativo! Não é necessário se fiar plenamente nas finalidades expostas nas embalagens para adquirir equipamentos em &quot;sex-shops&quot; (os &quot;dildos&quot; de um modo geral são muito bons para estimulação peniana - coisa que pouca gente sabe. fui informado também que alguns &quot;G-reacher&quot; podem ser utilizados para &quot;massagem prostática&quot; - quem diria? Mas não tenho certeza do resultado...) Não aconselho que proceda a modificações &quot;gratuitas&quot; por sua conta e risco nos &quot;aparelhos&quot;, por mais engenhosa que possa parecer...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;&lt;br&gt;Defeitos de injeção e projetos esdrúxulos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É comum os &quot;acessórios&quot; virem com rebarbas, farpas, bicos de injeção, etc. Verifique cautelosamente se não é o caso; uma rebarba de plástico pode fazer um estrago tão grande como um bom bisturi...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Descobri em alguns &quot;acessórios&quot; injetados, &quot;buracos&quot; no silicone. Isso quer dizer que ao invés da superfície ser perfeitamente lisa, possuía reentrâncias que permitiam reter matéria orgânica/fluidos (o aparelho não foi tirado de venda!). Notei que este tipo de defeito é bastante freqüente, principalmente em peças de silicone. Se for o caso, não adquira um produto defeituoso...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro defeito bastante comum são soldas do plástico/borracha mal feitas. Neste caso, além das rebarbas, há o problema de entrar água/fluidos/matéria orgânica, contaminando o aparelho. De uma maneira geral, o ideal é que o aparelho seja completamente estanque. Os melhores possuem um &quot;o-ring&quot; (um anelzinho de borracha) na rosca da tampa do &quot;holder&quot; de pilhas, que dá uma vedação muito boa. Portanto, prefira aparelhos que tenham &quot;o-ring&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desconfie também de &quot;projetos fantásticos&quot;: o que o fabricante informa na embalagem nem sempre é verdadeiro... Desconfie também daquelas informações tipo &quot;projeto revolucionário aprovado por 500 mulheres&quot;. (comprei um &quot;G-reacher&quot; que realmente não pode alcançar o tão falado &quot;ponto-g&quot; de mulher alguma: o aparelho ao ser inserido &quot;vira de lado&quot; e o &quot;magnífico acessório&quot; fica sempre fora de posição...).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas há de fato bons projetos: alguns possuem &quot;duplo vib&quot;, um vaginal outro clitoriano, etc. No exterior, há aparelhos disponíveis com &quot;timer&quot;, controle remoto, etc. Alguns possuem inclusive comando de &quot;vib&quot; computadorizado, variando a freqüência, pulsando, etc. Infelizmente com disse, a maioria não chega no Brasil...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;&lt;br&gt;Escolhendo o acabamento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Higienizar um &quot;acessório&quot; de plástico ABS é bastante fácil: basta um pouco de água morna e espuma de sabonete neutro, sem imergí-lo totalmente na água. Não molhe a tampinha de trás, onde está o potenciômetro, pois este é muito sensível à umidade. Se tiver &quot;vib&quot; e entrar água por ter sido submergido, poderá danificar o motor ou o potenciômetro (como a higienização é complicada, não se aconselha repartir &quot;dildos&quot; ou &quot;plugues&quot; com parceiros). Pessoalmente, não gosto muito da sensação de contato do ABS (plástico duro), principalmente diretamente sobre os genitais. Para inserção anal, ainda são os mais aconselháveis, pelo motivo da fácil higienização.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já os acessórios com acabamento em borracha de silicone ou análogo, são mais difíceis de serem higienizados: a superfície é um tanto porosa, retendo partículas de fluidos/matéria orgânica. A sensação de contato, no entanto, é mais próxima à da pele humana, tornando-os bem mais &quot;agraváveis&quot;. Uma solução para a higienização é adquirir acessórios deste tipo em que a borracha de silicone seja destacável (há vários no mercado). A borracha pode ser totalmente imersa em água com um pouco de solução bactericida à base de amoníaco (&quot;pato purific&quot;) por meia hora e depois lavada em água corrente com sabonete neutro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de lavado em água corrente, deixar secar naturalmente na sombra, sobre uma toalha limpa e macia antes de guardar. Aconselha-se sempre a lavar os equipamentos com água e sabonete neutro antes do uso. Se tiver &quot;vib&quot;, deixe-o após ter sido lavado, ligado por uns 15 minutos sobre a toalha. Isso evitará que o motorzinho, se tiver recebido gotículas d'água durante a lavagem, oxide, travando e perdendo-se para sempre o &quot;equipamento&quot; (nenhuma loja irá substituí-lo por um novo...)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Observação: nunca desmonte o aparelho para lavar sua parte interna: você poderá estar molhando o motorzinho do &quot;vib&quot;, o potenciômetro e o &quot;holder&quot; de pilhas e ele nunca mais irá funcionar...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;&lt;br&gt;Vibradores, etc&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A maioria dos acessórios eróticos possui dentro dele, um vibrador encapsulado, movido de uma a quatro pilhas de 1,5V. O sistema de vibração funciona da seguinte maneira: as pilhas fornecem energia a um motorzinho de corrente contínua (parecido com aqueles que existem em brinquedos para crianças), que irá girar. No eixo deste motorzinho, existe uma pequena massa descentralizada que ao ser impressa a rotação, causará trepidação (mais ou menos como uma roda de automóvel desbalanceada).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um outro sistema de &quot;vib&quot; é por &quot;indução eletromagnética&quot;. Este é mais usado naqueles massageadores musculares, que são ligados à tensão de 127V. Nestes, não há parte móvel. Existe uma espécie de bobina, enrolada na forma de um transformador. Ao ser carregada com uma tensão oscilante, fará oscilar um &quot;induzido&quot; de ferro, que produz as vibrações. São aparelhos bem maiores e como dependem de uma fonte de energia AC (corrente contínua), não existem nas versões para &quot;estimulação erótica&quot; (embora alguns destes aparelhos possuam acessórios adaptáveis &quot;interessantes&quot;)...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se for comprar um equipamento com &quot;vibro&quot;, verifique cautelosamente se o motorzinho está funcionando adequadamente. As lojas de &quot;sex-shop&quot; não trocam equipamentos defeituosos e a maioria dos &quot;acessórios&quot; é feito na China, com baixo ou nenhum controle de qualidade. Os motorzinhos utilizados são os mais baratos que existem em produção (até agora não encontrei nenhum que utilizasse motores de melhor qualidade).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Verifique principalmente o funcionamento do potenciômetro. O potenciômetro é um resistor colocado em série, rotativo (montado na parte de trás do aparelho) ou translativo (montado no &quot;holder&quot; das pilhas), que permite &quot;variar a velocidade&quot; do motorzinho, implicando em sensações de vibração diferentes. Se for montado no &quot;holder&quot; das pilhas, pode-se depois de ajustar o aparelho ao usuário, ir &quot;variando repentinamente&quot; a velocidade, criando-se assim, sensações pulsativas interessantes...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitas vezes, é exatamente o potenciômetro que vem defeituoso, principalmente os translativos (sobe-desce). O vendedor provavelmente irá colocar pilhas no &quot;acessório&quot; e lhe mostrar na mão que &quot;está funcionando&quot;. A maior parte das pessoas se contenta com isso e &quot;fecha o negócio&quot; (normalmente estão tensos demais exatamente por estarem dentro de um &quot;sex-shop&quot;, para pensarem adequadamente).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao invés disso, pegue um pouco o aparelho na mão e sinta por um instante se a vibração é realmente agradável: não se apresse em comprar... Depois vá variando a velocidade do &quot;zero&quot; ao &quot;máximo&quot; e retornando ao &quot;zero&quot; e verifique se a mudança é constante. Se a transição não for suave, provavelmente o potenciômetro está com defeito... Aliás, ficar tenso por se estar adentrando um &quot;sex-shop&quot; no fundo é uma imensa besteira: quem me dera ver chegar o dia em que as pessoas adentrarem estas lojas como o fazem num supermercado ou numa loja de roupas...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dica: se o aparelho for &quot;encapsulado&quot;, verifique se não há orifícios abertos na saída do fio (vibradores tipo &quot;bullet&quot; - as pilhas ficam num &quot;holder&quot; à parte e o &quot;vib&quot; tem o formato aproximado de uma grande cápsula de medicamento). Caso exista algum orifício, o aparelho não poderá ser usado para inserção anal/vaginal. Diga o que quiser o fabricante na embalagem: os fluidos penetram através do orifício deixado para a passagem do fio, &quot;contaminando&quot; internamente o aparelho.&lt;br&gt;Além de não poder ser higienizado adequadamente (se imerso na água, provavelmente nunca mais voltará a funcionar), os próprios fluidos que penetrarem na cápsula causarão com o tempo, oxidação do motorzinho, que irá parar de uma hora para outra...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma solução para os &quot;bullet&quot; (que aliás, são bastante divertidos) é comprar uma bisnaga de silicone em uma loja de material de construção (de preferência, marcas conhecidas) e vedar a saída do fio com silicone. Pode-se também aplicar silicone sobre o &quot;bullet&quot;, revestindo-o com uma camada que irá propiciar um melhor contato físico. Se fizer isso, para obter uma camada &quot;lisa&quot;, aplique por cima um filme de PVC tipo &quot;perfex&quot;, com o material recém-aplicado (demanda certa habilidade manual). E não se esqueça: deverá deixar a borracha de silicone &quot;curar&quot; por aproximadamente 48 horas antes do uso, pois o solvente é ácido acético que é muito irritante...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Alguns usuários também tiveram a idéia de utilizar &quot;bullets&quot; inseridos em uma dessas &quot;camisinhas de dedo&quot;, que é uma idéia interessante; ou cortando-se o dedão de uma luva cirúrgica, para que possa ser &quot;encapsulado com borracha&quot;.)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;&lt;span mce_name=&quot;strong&quot; mce_style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold; &quot;&gt;Chegando em casa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o aparelho recém-adquirido, lave o aparelho com água corrente morna e sabonete neutro, seque-o externamente com uma toalha, coloque pilhas novas, teste-o contra a sua mão. Antes de tentar utilizar qualquer equipamento BDSM, você deverá conhecê-lo muito bem, estar familiarizado com seu funcionamento, com suas peculiaridades. Com isso, poderá evitar muitos acidentes por mau uso...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois disso, deixe-o funcionando por aproximadamente 1 hora a uma velocidade &quot;mediana&quot;. De vez em quando, varie a velocidade, suavemente do &quot;mínimo&quot; ao &quot;máximo&quot;. Com isso, estará &quot;amaciando&quot; o motorzinho que vem dentro do aparelho. Como um motor de automóvel, só que muito mais simplório, o motorzinho dos &quot;vibs&quot; também precisa ser &quot;amaciado&quot;. Pouca gente sabe disso, mas farpas, defeitos de fabricação, irregularidades irão ser &quot;desgastados&quot; com essa operação simples e o funcionamento do aparelho irá ficar mais &quot;macio&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se for usar em alguém, estude antes como irá fazer isso. Ensaie, perceba as dimensões reais do equipamento, pois &quot;na hora-H&quot; isso será realmente muito mais difícil...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;strong&quot; mce_style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold; &quot;&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;&lt;br&gt;Por fim... o lubrificante!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nunca utilize &quot;dildos&quot; ou &quot;butts&quot; sem uma generosa lubrificação: normalmente por via vaginal, no sexo &quot;natural&quot; nosso organismo se encarrega de fazer isso de uma maneira bastante eficiente (pessoalmente, assim mesmo eu costumo complementar a lubrificação com uma pequena dose de KY).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, os &quot;dildos&quot; e &quot;butts&quot; não são &quot;autolubrificantes&quot; e a inserção de um acessório destes sem lubrificação não é prática BDSM - é insanidade! Pode provocar ruptura dos tecidos, com conseqüências gravíssimas à saúde (consulte um médico a respeito). Lubrificantes à base de petróleo (óleo mineral, vaselina, etc..) não são adequados, pois não são solúveis em água, não podem ser removidos com facilidade e destroem as partes de borracha do equipamento e preservativos de borracha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existem algumas receitas de &quot;lubrificantes caseiros&quot;, mas considero o mais adequado ainda o velho e bom KY, da Johnson. Sim, na farmácia da esquina tem! (já vejo até nas gôndolas do Pão de Açúcar, junto com cosméticos – não é nenhuma vergonha comprar e tem pessoas que necessitam dele, mesmo se não estiverem praticando sexo...) Experimentei certa feita um da Preserv, que é mais difícil de encontrar e com bons resultados (a lubrificação me pareceu mais durável). Existe também KY em líquido, que ainda não experimentei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não recomendo aqueles lubrificantes comercializados em &quot;sex-shops&quot;: não sabemos em quais condições foram transportados até o Brasil, nem ao certo a formulação contida. Tenha em mente que algumas pessoas são muito sensíveis e eu, por exemplo, sou muito alérgico – e não sou exceção na população brasileira. Jamais se deve usar &quot;lubrificante com anestésico&quot; para prática anal, pois se pode estar mascarando danos reais e graves aos tecidos, que ao cessar o &quot;efeito anestésico&quot;, irão ficar evidentes... Lubrificantes vaginais com &quot;aquecimento&quot; ou penianos com &quot;excitante&quot;, aconselho a correr destes produtos!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lembre-se que o KY &quot;vence&quot; depois de um tempo: se for abrir a embalagem e ao invés de gel, se apresentar como líquido, está vencido e deve ser descartado. Pode ser usado normalmente com preservativos de borracha; não tem odor e praticamente não tem gosto (embora acredite que não deve ser ingerido - não encontrei indicações a respeito na bula, que não é lá muito &quot;kinky&quot;...).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span mce_name=&quot;em&quot; mce_style=&quot;font-style: italic;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic; &quot;&gt;&lt;span mce_name=&quot;strong&quot; mce_style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold; &quot;&gt;Usando aparelhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cuidado! Aparelhos para inserção anal/vaginal podem provocar muito mais estragos do que imagina! Portanto, use com cautela, considerando que irá inserir algo em regiões muito sensíveis do corpo humano. Lembre-se também que os aparelhos devem ser guardados sem pilha e cuidadosamente lavados antes e depois do uso...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dicas para inserção. Se for inserir um &quot;dildo&quot; via vaginal, antes de iniciar a inserção propriamente dita, teste antes o aparelho, escolhendo a velocidade desejada (dificilmente poderá alterar isso posteriormente). Lubrifique com abundância a extremidade do aparelho e aplique-o suavemente sobre a vulva, clitóris, etc.. Não tenha pressa... Algumas mulheres preferem gozar com &quot;dildos&quot; apenas na estimulação clitoriana. Você terá que descobrir o caso..&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se este for o caso, continue a fazer movimentos circulares na região do clitóris, exercendo ligeira pressão constante. Quando perceber que começou a gozar, encoste a superfície do &quot;dildo&quot; ao longo da vulva (mantendo a extremidade sobre o clitóris), de maneira a estimular externamente também os grandes lábios. Enquanto estiver gozando, mantenha o &quot;dildo&quot; parado nesta posição. À menção de &quot;retirar&quot;, cesse o contato imediatamente e isso poderá acontecer &quot;de uma hora para outra&quot;. Não tente fazer sexo logo em seguida a uma prática desta natureza... (se fizer bem feito, a pessoa fica como que &quot;exaurida&quot;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se não &quot;resolveu parar&quot; na estimulação clitoriana, agora &quot;vá descendo&quot; o aparelho, até encontrar os grandes lábios. Provavelmente, nessa altura, terá que reforçar a lubrificação do aparelho - sempre aplique o KY sobre o aparelho, não sobre as partes íntimas, pois o contato &quot;frio&quot; é fortemente desestimulante... Vá fazendo movimentos ligeiramente circulares, até que comece a observar o aparecimento dos pequenos lábios. Continue os movimentos, até que possa &quot;encontrar a posição&quot; para inserção. Nessa altura, a vagina ficará com uma conformação bem particular, como &quot;de espera&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes de inserir, lembre-se agora de lubrificar o &quot;dildo&quot; completamente, até a base (mesmo se não for inserir completamente)... Insira mantendo o aparelho na posição adequada, fazendo ligeira pressão na base, constante, até que penetre inteiramente na vagina. Atenção: se encontrar resistência, não force - poderá ter chegado ao final do &quot;comprimento&quot; da vagina antes de terminar o do aparelho... Mantenha o aparelho inserido, fazendo ligeira massagem no clitóris e movimentos de &quot;sobe-e-desce&quot; com a base do aparelho, até obter o orgasmo. Depois disso, comece a operação inversa, movimentando com muito cuidado o aparelho para fora, bem lentamente... Só tente desligar depois que estiver totalmente removido. Lave-o em seguida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para inserção anal, lembre-se que é uma espécie de variação da prática de &quot;fisting&quot;: o objetivo é tornar a musculatura do esfíncter &quot;complacente&quot;, antes de começar a inserção propriamente dita. Lubrifique abundantemente, inclusive aplicando KY sobre o ânus, com uso do indicador (cuidado para não contaminar a bisnaga – esprema o KY sobre o dedo e não o inverso). Massageie lentamente com o indicador e o dedo maior, fazendo ligeira pressão contra o esfícter. Segure a pressão por uns 5 segundos, depois relaxando novamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Massageie novamente, sempre com muito cuidado. Faça pressão novamente. Não tenha pressa: em determinado momento, a musculatura irá naturalmente &quot;se abrir&quot; e poderá introduzir um dedo, previamente lubrificado (recomenda-se o uso de luvas descartáveis para esse procedimento). Quando tiver &quot;ganho confiança&quot;, é ora de experimentar o &quot;plugue&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns &quot;kits&quot; contêm plugues de três tamanhos: &quot;iniciante&quot;, &quot;médio&quot; e &quot;expert&quot;. Não subestime: há produtos que servirão apenas para &quot;os mais experimentados&quot;... Se for a primeira vez, recomenda-se iniciar com o plugue correto. Lubrifique-o inteiramente e abundantemente. No ato de inserção, não force sua passagem: comece lentamente mais a &quot;posicioná-lo&quot; corretamente, do que a &quot;empurrar para dentro&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No processo, se o esfíncter se fechar, não insista: deixe que o plugue &quot;deslize para fora&quot; naturalmente. Depois, limpe tudo com papel e tente tudo de novo... Uma dica: se estiver já no meio da inserção, pode mandar à pessoa que estiver &quot;recebendo&quot; o plugue, que &quot;empurre&quot;. Mantenha apenas com a sua mão, o plugue na posição: ao ser &quot;empurrado&quot;, irá penetrar um tantinho de cada vez... Se tiver sistema para inflar, recomenda-se tomar o máximo de cautela: os danos que podem ser causados são muito extensos e o aparelho deve ter medidor preciso do nível de pressão a que está submetendo as paredes do reto...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para remover o plugue, basta segurá-lo firmemente pela base. A pessoa deverá fazer força, como se estivesse expelindo fezes. O aparelho deverá sair tranqüilamente. Se não for possível, tente a operação novamente, sem jamais forçar. Se for totalmente impossível, procure ajuda médica imediatamente...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, já que os &quot;dildos&quot; também servem para estimulação peniana, por quê não falar dela?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim, apenas não se recomenda que sejam aplicados diretamente sobre os testículos: podem causar micro-lesões irreversíveis - isso é sério! Mas, lubrificando-se bem o pênis, pode-se estimular a base do pênis, pressionando o &quot;dildo&quot; na região de saída da bolsa estrotal (sem tocar testículos). É uma estimulação bastante interessante e a vibração na base faz com que fique bem ereto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois, pode-se estimular a glande, aplicando a extremidade do &quot;dildo&quot; diretamente sobre ela. Estimular a pele do prepúcio, com a glande totalmente exposta é também bastante excitante (lembre-se de manter sempre um bom nível de lubrificação). Por fim, para gozar, basta pressionar o &quot;dildo&quot; contra a parte anterior do pênis, na região do &quot;freno&quot;, ligeiramente abaixo da glande. Colocar o &quot;vib&quot; no máximo e manter a pressão até ocorrer a ejaculação. O difícil é conseguir manter o &quot;dildo&quot; em posição por ainda mais um ou dois minutos, durante e um pouco depois da ejaculação, para forçar uma &quot;ejaculação total&quot; do parceiro... (o que é bem &quot;kinky&quot;)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraço a todos e boa sorte! E lembre-se sempre: prudência...     &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Publicado originalmente no 'Desejo Secreto&quot; em duas partes)&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 31 Oct 2008 08:45:17 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Diferenças entre submissas e escravas (Raven Shadowborn)</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/diferen-as-entre-submissas-e-escravas-raven-shadowborn-</link>
            <description>&lt;P align=justify&gt;(Fonte: http://carcereiro.110mb.com/indframes.html - Site do Carcereiro)&lt;/P&gt;
&lt;P align=justify&gt;Muitos perguntam se escravas realmente existem. Na forma como a história e os dicionários definem, não, elas não existem na maioria dos países modernos. (Apesar de haver alguma controvérsia sobre círculos de escravidão existirem secretamente) A maioria das pessoas geralmente concorda que a posse legal de outro ser humano é imoral, e logo, ilegal. Em todo caso, no mundo BDSM, alguém perceberá que as pessoas envolvidas se denominam por vários nomes; um deles, é o termo &quot;escravo(a)&quot;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Naturalmente, isso freqüentemente levanta a questão de quão diferente uma escrava é de uma submissa. Esta questão normalmente é encarada com franca hostilidade, descrença na existência de escravas, e a idéia de que as palavras escrava e submissa (como nomes) são termos permutáveis, equivalentes, no mundo BDSM. Muitos não concordarão com quaisquer destas idéias, e eu sou um deles. Gastei uma generosa soma de tempo conversando com escravas na melhor tentativa de entendê-las, suas opções, e fazer meus juízos se isso é uma escolha saudável ou não, dentro do estilo de vida BDSM.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;À pergunta de se, escravas existem ou não no BDSM, eu respondo que sim. Podem não ser o grupo mais numeroso, mas têm algumas. Escravas diferem de submissas? Novamente, minha resposta é sim. Escravas diferem de submissas pela forma como pensam, agem, submetem-se e suas expectativas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Uma escrava tende a pensar mais na linha &quot;preto no branco&quot;. Elas têm muito pouco espaço para manobras ou tons de cinza na sua escolha. Elas não parecem esperar muita flexibilidade do comportamento de seu Dominante também. Com isto eu quero dizer, se uma escrava está sentindo-se indisposta e logo não completa suas tarefas diárias, esperaria do Dominante o castigo de sempre . Uma submissa estaria mais inclinada a esperar indulgência do Dominante porque estava indisposta. &lt;FONT color=#dd0000&gt;Uma escrava pensa em termos de ser posse, não em termos de estar submetendo-se. Para elas, estar &lt;I&gt;encoleirada&lt;/I&gt; em um relacionamento significa ser posse, e freqüentemente isso se traduz na afirmação de que elas não têm o &quot;direito&quot;, &quot;escolha&quot; ou &quot;opção&quot; de sair do relacionamento se ele andar mal.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Isso não significa que uma escrava vai aceitar um relacionamento abusivo, embora seus limites de tolerância para o que é abusivo e o que não é parece mais alto do que na submissa. Essa crença de ser posse origina-se de um forte compromisso tanto no lado emocional quanto mental para com seu Dominante. Existe um nível de aceitação ao comportamento do Dominante que pode ser mais intenso e abrangente do que muitas submissas consentiriam. Por exemplo, um Dominante quer trazer um terceiro para dentro do relacionamento. Uma submissa exigirá que alguns critérios sejam observados antes de permitir (sim, permitir), donde uma escrava diria &quot;está acima do meu alcance, se é o que o Senhor quer, então que seja&quot;, e resignadamente aceitar a mudança. Para alguns, esta forma de pensar é considerada errada ou instituída por meio de abuso, mas isso não é necessariamente verdade. &lt;FONT color=#dd0000&gt;Uma escrava floresce no fato absoluto, de que elas literalmente não têm controle sobre o relacionamento ou o que vai acontecer nele, donde uma submissa freqüentemente retém algum grau de controle sobre o relacionamento.&lt;/FONT&gt; Seu processo de pensamento foca somente no que faria o Senhor (a) mais contente e no como a escrava pode ser mais prazerosa a ele. Submissas tendem a pensar em si mesmas e seu proprio prazer em adição ao do seu Dominante. Escravas trabalham duro para porem-se em segundo lugar em todas as coisas, e seus Donos em primeiro. Para elas, isto é o que resulta de ser uma escrava e submeter-se completamente. Escravas se esforçam muito em conquistar uma paz interior com sua posição escolhida. Com essa paz, vem a aceitação de si mesmas, e um quieto senso de contentamento. Elas vêem orgulho, arrogância and outras emoções como negativas e indesejadas em uma escrava.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O comportamento de uma escrava é diferente do de uma submissa também. Se você ouvir escravas falarem sobre seus comportamentos (ou assisti-las), elas normalmente falam sobre aceitação quieta, em controlar-se o tempo todo, formalidades, e outras coisas. Parece haver mais foco no como uma escrava se comporta em qualquer dado momento, com menos margem para ser diferente. Em muitos relacionamentos de escravidão, a escrava é exigida a usar o título do Dono ao endereçar-se a ele em qualquer situação, and não conceberiam chamar seu Dono por qualquer outro nome. A maioria das escravas acha gritar, crises de mau humor, ou de nervos ou qualquer outra forma de comportamento descontrolado da parte da escrava repreensível e meritória de punição severa. Escravas poem bastante ênfase no seu comportamento e no como reagem ao seu Dominante. Seguram-se em um alto nível de autocontrole. Cobram de si mesmas terem um comportamento prazeroso o máximo possível. Não vêem margem para molecagem, qualquer forma de &quot;topping from the bottom&quot; (ditar cena) ou qualquer outra forma de manipular o Dominante. Geralmente vêem molecagem como manipulação, choramingos, persuasão ou fazer pedidos novamente depois da primeira negativa como comportamento manipulador que se endereçam aos desejos necessidades da escrava ao invés do Dominante e logo, impróprios. Elas olham com desdém para qualquer comportamento que é dirigido a forçar o Dominante a encontrar uma finalidade da própria escrava, em lugar de focar-se na necessidade do Dono. &lt;FONT color=#dd0000&gt;Uma escrava se esforça pela perfeição interior em completar todas as tarefas que o Mestre lhe dá, enquanto mantém uma parte da sua atenção em coisas que não foram solicitadas a fazer, mas acham que poderia agradar o Mestre se feitas. A uma escrava é requerido que seja bastante auto-suficiente e hábil pois freqüentemente tem uma carga forte de responsabilidades. Escravas normalmente sentem que uma escrava não precisa ser orientada nos mínimos detalhes porque isso é enfadonho para seu Dominante, a menos que ele aprecie a meticulosidade. Uma escrava vai se comportar com o maior respeito em uma situação formal, e com todo o respeito que qualquer situação exija.&lt;/FONT&gt; (Por exemplo, um momento calmo em casa que não requeira um protocolo rígido, como uma festa formal iria).&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Nenhuma dessas ênfases no comportamento significa que uma não pode ou não faz piada, relaxa ou entra em brincadeiras. Muitas escravas de fato fazem estas coisas. Fazem, contudo, com grande atenção à reação do Dominante e tomam cuidado para não serem deselegantes ou excessivamente sarcásticas. A menos é claro que o Dominante não aprecie este comportamento, então é melhor que ela o restrinja (o comportamento). (&lt;B&gt;N.T.:&lt;/B&gt; O que pode ser bastante difícil, e na minha opinião pouco saudável, para alguém que tem naturalmente um senso de humor brincalhão como parte de sua personalidade) Então por favor não entenda que este artigo diz que escravas não se divertem, não têm senso de humor ou algo assim porque seria inverídico. Escravas têm personalidade como todo mundo, e se divertem com ela como todo mundo. Escravas apenas tendem a ser bem mais preocupadas com a reação do Dominante a estas atividades do que algumas submissas são. Elas também não usam seu senso de humor para provocar o Dominante a agir com elas, a menos que o Dominante aprecie este tipo de elemento na cena. Basicamente elas talham seu comportamento naquilo que o Dominante prefere, e sente-se mais confortável.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;As expectativas de uma escrava acerca de seu Dominante e do relacionamento são freqüentemente diferentes das de uma submissa. Uma escrava não espera satisfação de seus desejos para além de suas necessidades mais básicas. Quando o Dominante faz algo além disto para com elas, é visto como um presente, e não o preenchimento de uma necessidade. Escravas tendem a ver coisas que muitas submissas esperam em um relacionamento, como luxo e não necessidade. Isso não significa que uma escrava vai aceitar ser abusada ou tratada como inútil por longos períodos de tempo, apenas significa que elas não esperam todos os mimos que outros esperam de seus relacionamentos. (como ganhar carinho sob solicitação, falar quando tiver vontade, dormir numa cama, etc). Escravas sabem que seu relacionamento é difícil às vezes e que sua submissão não é fácil o tempo todo. Elas esperam serem solicitadas ou ordenadas a fazerem coisas que não vão necessariamente serem prazerosas para si porque seu foco não está na própria satisfação, mas na do seu Dominante. Esperam ser tratadas como escravas e não mimadas ou bajuladas. Elas esperam ser forçadas em seus limites e ter estes limites expandidos. Esperam preencher as expectativas de seus Dominantes e não verem seus Donos aceitarem qualquer manipulação ou desobediência. Elas esperam serem usadas na totalidade de seu talento ou mesmo serem treinadas para aumentar suas capacidades para preencher a necessidade do Dominante. Não esperam ser consultadas para cada decisão, ter sua opinião requisitada o tempo inteiro, ou algo parecido. Isso não significa que elas esperam ser ignoradas ou tratadas como se elas não importassem, elas apenas não esperam isso como uma parte corrente do relacionamento, apesar de muitas darem suas opiniões, sentimentos, isso é requisitado por seus Dominantes e eles irão freqüentemente leva-las em conta quando tomarem decisões.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Uma escrava submete-se diferentemente de uma submissa também. &lt;FONT color=#dd0000&gt;Escravas não impõem limites à atividade dos Dominantes. Uma submissa vai freqüentemente ter limites mais rigidos que o Dominante não consegue ultrapassar, e limites mais brandos que podem ser suprimidos com prévia negociação. Uma escrava não tem qualquer dos dois.&lt;/FONT&gt; Elas não vão dizer que o Dominante não pode engajar certo tipo de jogo ou usar um específico acessório. Elas podem dizer ao Dominante que não gostam desta ou aquela prática ou acessório no começo do relacionamento (preferencialmente antes do encoleiramento) mas não vão rejeitar o Dominante por fazer/usar tais coisas. Elas contam com a idéia de de serem solicitadas a fazer coisas que não gostariam particularmente e consideram isso como parte do submeter-se, uma vez que seu conceito de submissão coloca a satisfação do Dominante em primeiro lugar, antes mesmo da própria. Muitas escravas dirão que por causa destes imperativos, uma escrava vai escolher um Dominante com quem tem mais afinidade, logo não vai lhe solicitar coisas que ela se nega terminantemente a fazer. Mas mesmo assim, a escrava espera que estes limites mudem com o tempo e aceitam que isto aconteça. &lt;FONT color=#dd0000&gt;Uma escrava não acredita que possa simplesmente deixar o relacionamento. Algumas acreditam que depois de encoleiradas é para a vida, e não vão pedir soltura mesmo que sintam sua vida em perigo, ou sintam-se mentalmente/ fisicamente machucadas (nota do tradutor: isso é deveras improvável).&lt;/FONT&gt; Todavia, muitos relacionamentos têm diretrizes cabíveis para caso de soltura caso a escrava realmente deseje romper. Algumas escravas afirmam que uma escrava não pode ser abusada uma vez que o Dominante não tem limites na sua condução, e se o Dominante opta por agir de forma abusiva então seja feita sua vontade. Isso não parece ser o senso comum entre as escravas, porém também ocorre.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Muitas dessas diferenças se sobrepõem, e são aplicáveis a submissas também. Todavia, em sua totalidade elas existem para a maioria das escravas que tive contato. A escrava não é melhor que a submissa em minha opinião, meramente diferente. Algumas destas características podem existir em uma submissa, ou mesmo todas elas. Estas diferenças básicas parecem existir no tocante aos limites da submissão. Uma escrava não os tem, uma submissa sim. A palavra que cada uma vai escolher para definir a si mesma segue uma questão de escolha pessoal, e minha intenção nesse artigo não é diferente. Em lugar disso, meu intento é de ajudar outros a entenderem a escrava um pouco melhor, e não as ver como desmioladas ou capachos, porque estas duas palavras não descrevem a maioria das escravas por opção de vida. Seja ou não a escravidão uma opção de vida saudável, é uma questão de escolha pessoal. Acredito que isso pode ser uma escolha muito saudável, ao passo que outros discordariam. Como em qualquer relacionamento onde a divisão de poder esteja colocada na ascendência de uma pessoa sobre outra, abusos podem acontecer. Contudo, eu não tenho base para afirmar que estes abusos ocorram mais com escravas do que com submissas, ou no BDSM de modo geral.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Traduzido Por John Coltrane.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;Opinião pessoal do tradutor:&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Pessoalmente considerei a questão dos limites mais frouxos, como ainda uma escolha segura. É natural que o relacionamento de escravidão como se afigura no texto, é precedido de uma negociação como qualquer outro e todas as demais recomendações de segurança nos primeiros contatos podem perfeitamente conviver em harmonia. Vale lembrar que um verdadeiro abusador não avisa antes que não se compromete em respeitar limites: muito antes ele preferiria passar a idéia de ser cuidadoso, para depois cometer o abuso.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Se você não se identificou em nada com a descrição de escrava, é simples: você não é uma. É uma submissa, ou bondagista, ou apenas masoquista ou até mesmo apenas uma fetichista. Nada de errado nisso. A preocupação em se diferenciar uma coisa de outra se dá apenas como complemento aos conhecimentos do leitor e não se faz referência obrigatória.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A não negociação prévia no tocante ao rompimento de limites, como indicado no texto, é compensada por um busca mais exigente no tocante à afinidade entre as partes, pela escrava, conforme exposto. Pela escolha de vida, se torna ainda mais presumível que tanto a escrava irá optar pelo Dominante com a melhor índole possível (idoneidade), e analogicamente, um Top que aprecie tal relacionamento há de ter uma preocupação ainda maior para com a lisura em sua condução: uma peça com tais características lhe seria demasiado cara para perder por desleixo ou má vontade.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Atenciosamente,&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;John Coltrane.&lt;/P&gt;</description>
            <pubDate>Sun, 26 Oct 2008 17:00:04 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>O Processo de Seleção (Master Eso) - Tradução: Mestre JB</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/o-processo-de-sele-o-master-eso-tradu-o-mestre-jb</link>
            <description>&lt;P align=center&gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;(Publicado com permissão do autor)&lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot;&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN style=&quot;COLOR: #808080&quot;&gt;&lt;SPAN style=&quot;FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana&quot;&gt;&lt;EM&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Existe uma nostalgia geral e romântica entre Mestres e escravos: é a comcepção do Mestre indo para o mercado de escravos e seleciona um deles, ou dando um lance para um escravo em um leilão, depois de rapidamente inspeciona-losos. A seleção dos escravos aqui é feito puramente em aspectos físicos e aparência.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Conquanto isso possa ser uma tradição antiga, nostálgica e mesmo romântica, é um conceito errado na moderna escravidão consensual. Um conceito errôneo e tão grande que deixa, como conseqüência, muitos escravos sem Mestres.&lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;É , na verdade, o escravo que primeiro efetua um processo de seleção, cuidadosamente um Dominante adequado para ela.&amp;nbsp; Sim, eu sei que soa absurdo e de pernas para o ar mas é o jeito que deve ser.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;O processo de seleção não é diferente de procurar um emprego. O empregado (escravo) primeiro adequa suas habilidades, capacidades e a experiência com aqueles requeridos pelo seu empregador (Mestre). Uma vez que que o empregador (Mestre) adequado foi localizado, o empregado (escravo) e faz uma solicitação (petição do escravo) com vistas ao emprego. Depois da solicitação, é recebido por um empregador (Mestre), ele preocede à seleção para localizar os mais capazes (escravos) para um entrevista e eventualmente contrata (põe coleira) à aqueles que se adequal aos requisitos do empregador (Mestre), precisa e quer.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Por menos romântico que isso possa soar, o escravo é incialmente quem pode julgar com propriedade se ela pode atender, satisfazer e servir os requisitos do Mestre, suas necessidaes e vontades, e se isso vai ao encontro de seus desejos.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Pensando realisticamente: com todas as demandas, requisitos e expectativa um Mestre dentro de um relacionamento, seja de qual forma seja, é imperativo que o escravo incialmente assegure-se que pode atender o que lhe é solicitado, sem ser influenciado de qualquer forma ou jeito pelo Mestre.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Nenhum Mestre, tenha a experiência que tiver ou mesmo sentindo-se onipotente, pode fazer o necessário julgamento inicial, como um escravo.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Uma vez tendo o Mestre tendo sido localizado e que atenda os desejos e capacidades do escravo aspirante, ela deve começar a sua tarefa mais importante, examinar o Mestre em potencial, seus valores, princípios, padrões moral, ética e crenças e avaliar, com toda a seriedade, se pode serveri o Mestre, absoluta e incondicionalmente.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;A importância da avalição do caráter e dos valores de um Mestre em potencial não pode ser substimada, uma vez que a vida, saúde e bem-estar, pode muito bem depender dessa avaliação.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Um escravo necessita estar atento que na Escavidão Absoluta e Troca de Poder Total e Absoluta (TPE), o Mestre tem o direito de mudar, alterar ou modificar os requisito dos serviços e expecataivas , em qualquer momento, em qualquer razão e sob os critérios solitários do Mestre.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Os valores do Mestre, o caráter, princípios, percepções etc. devem ser levados em consideração, devido ao fato de que não mudam tão facilmente como os requisitos de serviço ou os fetiches.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;EM&gt;Apresentamos algumas dicas que podem ajudar no processo de seleção de escravos:&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;OL&gt;
&lt;LI&gt;&lt;EM&gt;Esteja atento aos seus próprios desejos, necessidades ou sonhos e tome nota deles.&lt;/EM&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;EM&gt;Faça a lista das características, valores, princípios e condições que você considera mais importantes em um Mestre.&lt;/EM&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;EM&gt;Faça a lista das características indesejadas em um Mestre.&lt;/EM&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;EM&gt;Faça uma lista dos possíveis cenários do comprometimento enquanto escravo de um Mestre que poderiam ser aceitáveis ou não aceitáveis para você.&lt;/EM&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;EM&gt;Esteja atento e anoite o que você tem e pode oferecer ao Mestre.&lt;/EM&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;EM&gt;Pegue as características mais importantes das listas anteriores e as escreva conjuntamente como um resumo.&lt;/EM&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/OL&gt;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;O resumo deve refletir honestamente quem é você, o que você deseja, suas necessidades e sonhos e qual o tipo de compromisso e o Mestre que você está procurando.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;Agora vá e encontre um Mestre que atende as suas necessidades e desejos e quando você encontrar tal Mestre, não hesite por um momento para candidatar-se para servir a um Mestre e torcer para que o Mestre , por sua vez, queira encontra-lo e , finalmente, selecionar como seu escravo entre todos os candiidatos.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;Não tenha medo de rejeição. Não é apenas um processo de seleção mas também um processo de eliminação. Se o Mestre escolhido não o aceitá-lo como seu escravo, pode até ser algo bom. Um Mestre também sabe o que deseja e quer e se não há uma harmonia entre o Mestre e o escravo, não há razão para tentar forçar as coisas.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Tradução: Mestre JB)&lt;/P&gt;</description>
            <pubDate>Sat, 25 Oct 2008 21:04:42 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Total Power Exchange (Tradução: Mestre JB)</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/total-power-exchange-tradu-o-mestre-jb-</link>
            <description>&lt;DIV class=snap_preview&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Power exchange (Troca de Poder ou chamada de Troca Erótica de Poder) refere-se a um submisso que transfere toda a autoridade para a responsabilidade do dominante. Pode ser aplicada à cenas individuais ou para toda a forma de relacionar-se um com o outro em todos os seus aspectos. A troca de poder pode aplicada a aspectos individuais como fazer amor ou finanças, até transferir toda a responsabilidade parauma pessoa&amp;nbsp; ou para um grupo dentro de uma perspectiva poliamorista. Freqüentemente é encontrada relação com o BDSM mas não é restrito à ela.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;A troca de poder é uma dinâmica que envolve tanto corpo como mente, criando uma combinação entre os parceiros para criar um balanço entre o que consideram erótico e satisfatório.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Na forma mais familiar, a troca de poder é uma ocorrência espontânea entre os dois amantes. O espectro do compromisso na troca de poder BDSM varia de uma cena momentânea, passageira e bem definida, para uma forma testemunhada, o encoleiramento formal com uma concordância para governar toda a vida do submisso.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;TROCA DE PODER ESPONTÂNEA&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Poucos casais não experimentaram, pelo menos, alguma forma leve de troca de poder, como, por exemplo, jogar o parceiro na cama depois de um seqüestro simulado, brincando com vendas ou chamando o outro de “Mestre” ou “Dona” em uma cena de 10 minutos.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;uma pessoa pode desejar e conscientemente abrir mão de sua autonomia, ou da dinâmica do poder pode surgir da química interpessoal na qual nenhuma decisão consciente é feita. Esse poder pode manifestar em uma infindável variedade de dinâmicas de relacionamento.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;A troca de poder do BDSM começa em um nível suave com uma diferença: os parceiros entendem o que eles estão fazendo e consentem com isso.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;A TROCA DE PODER PARA UMA CENA BDSM&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Na sua forma mais básica, a troca BDSM pode acontecer em bases momentâneas, as quais podem ser tão simples como chamar o outro de “Senhor” ou “Senhora” durante uma sena ou atividade D/s especificamente criada para que essa troca possa ocorrer.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;No nível psicológico, em muitas das atividades BDSM , existem limites na força que um dominante tem sobre seu submisso, tais&lt;SPAN&gt; &lt;/SPAN&gt;como palavras de segurança (safeword), limites de tempo e/ou entendimentos explicitamente negociados do que é aceito. No BDSM “são, seguro e consensual” esses limites são sempre negociados. Após a play, os participantes podem discutir suas limitações físicas e psicológicas, estabelecer as palavras de segurança (que sinalizarão o fim da cena) e trabalhar as cenas nas quais se engajarão.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;TROCA DE PODER POR TODA A VIDA&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Algumas pessoas querem viver, conscientemente, em um relacionamento com trocada de poder, onde os parceiros fazem um arranjo que cobre todas as responsabilidades e deveres do submisso (s) e Dominante que tem a intenção de ser um comprometimento de longo prazo. Algumas relações de serviço são entendidas como de duração apenas enquanto o submisso mantenha seus padrões de performance.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Essa necessidade não incorpora quaisquer aspectos do BDSM, todavia existe quando um submisso&lt;SPAN&gt; &lt;/SPAN&gt;deseja dar a responsabilidade de certos aspectos do seu estilo de vida ao Dominante. Algumas vezes, o arranjo de um relacionamento de troca de poder BDSM, envolve um encoleiramento formal, testemunhado, com um acordo sobre quais aspectos da vida do submisso o Dominante irá dirigir.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Muitas pessoas desejando um relacionamento baseado na troca de poder, rejeitam negociações extensas e dispensam o uso de palavras de segurança, preferindo aceitar um risco maior e facilitar uma interação mais “natural”. O conflito entre a necessidade do risco e a de estabelecer limitações e segurança, é o centro das controvérsias entre SSC e RACK.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;QUANDO A TROCA DE PODER TORNA-SE “TOTAL”&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Na sua forma mais intensa um submisso dá sua autonomia ao seu Dominante para governar todos os aspectos de sua vida. Essa forma de troca de poder geralmente é referida como Total Power Exchange (Troca de Poder Total) ou TPE, apesar de que essa expressão estava caindo em descrença porque é raro que uma troca de poder seja total. Nesse caso, e dependendo da interpretação de cada parceiro, todas as responsabilidades e decisões, em limites negociados e pré-definidos são dados pelo submisso ao Dominante. TPE tem lugar mais frequentemente na relação Mestre/escravo.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Talvez estranhamente, os acordos formais, especialmente os escritos, não são comuns no TPE. Isso é justificado na perspectiva que não há nenhum aspecto na vida do submisso que NÃO SÃO governados pelo dominante. Todavia, um entendimento entre as partes para o Dominador prover uma presença de vida toda na vida do submisso é necessário e é algumas vezes acompanhado por um encoleiramento formal. Os escaravos encoleirados têm responsabilidades e obrigações que variam de moderado à um gerenciamento extremo.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;TIPOS DE CENAS DE TROCA DE PODER&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;AGEPLAY (CENA DE IDADE)&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Nesse tipo de relação, uma pessoa finge ser um bebê, criança ou adolescente.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;PROFESSOR/ESTUDANTE&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Uma cena envolvendo açoitamento (floggin) ou sexo manipulativo.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;ADESTRADOR E ANIMAL&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Uma cena onde o submisso finge ser ou é forçado a agir como cão ou animal.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;MESTRE/ESCRAVO&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Momentos onde o Dono e o escravo interagem com vistas ao prazer mútuo.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;TIPOS DE TROCA DE PODER TOTAL&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;CABEÇA DO CASAL&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Muito próximo do casamento “tradicional” esse tipo de relacionamento que existem em muitas casas baunilha (pense na frase “quem veste as calças”). Ele está listado nesse site porque um relacionamento desta forma é conscientemente consensual, que envolvem ou são impostas ao outro parceiro.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;DISCIPLINA DOMÉSTICA (DD)&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Um relacionamento DD saudável mantêm-se porque um dos parceiros deseja ser disciplinando pelos outros e o outro deseja disciplinar, onde a disciplina é feita para o bem do outro parceiro ou da parceria em si. O propósito é diminuir os conflitos e promover harmonia, respeito mútuo e uma conexão mais próxima dos parceiros.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;PAPAI/GAROTINHA OU PAPAI DOMINADOR&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Um relacionamento dinâmico onde um dos parceiros toma uma posição reconhecidamente paterna com o outro parceiro. Aqui encontra-se uma diferença de idade mais notável do que em outros mas isso não significa que haja, de fato, uma diferença real de idade : o “pai” pode ser mais novo que “a menininha”. Confusamente, o “Papai Dominador” pode se ruma mulher mas na maioria dos relacionamentos heterossexuais, eles se referem com termos Mamãe/menino.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Dominante/submisso (D/s)&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;De acordo com algumas definições, todas as relações de trocad de poder são Dominante/submisso, exceto aqueles nde as partes normalmente trocam de posição (switcher). Um foco mais estreito do significado do relacionamento D/s, todavia, é o de pessoas que concordam em que um tem uma posição de domínio entre os outros.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;TROCA DE PODER TOTAL (TOTAL POWER EXCHANGE - TPE) OU TROCA ABSOLUTA DE PODER (ABSOLUTE POWER EXCHANGE - APE)&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Uma troca de poder extrema, usualmente usada como sinônimo de Mestre/escravo. Esse termo é mais frequentemente usado quando o submisso retém propriedade , agindo de moto própriio mas seguirá todas as ordens do Dominante.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;Mestre/escravo (Master/Slave - MS)&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT color=#e4d3a6&gt;&lt;/FONT&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;Uma extrema forma de troca de poder, onde um parceiro considera o outro propriedade do outro, em todo o significado da prática. Apesar de ser dita como um grande negócio, é realmente raro devido ao alto nível de compromisso que o Mestre (Dono) e a profunda dependência que o escravo (Propriedade) deve estar pronto para aceitar.&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;
&lt;P class=MsoNormal&gt;(Fonte: http://www.londonfetishscene.com/wipi/index.php/Power_exchange)&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;</description>
            <pubDate>Sat, 25 Oct 2008 20:59:44 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>MARCAS QUE PROVOCAM ORGULHO (Ms_Kinky MD)</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/marcas-que-provocam-orgulho-ms_kinky-md-</link>
            <description>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(238, 207, 160); font-family: Verdana; line-height: normal; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt;As reações variam. Desde revolta até uma fascinação quase que fetichista. Apesar disso, a maioria das pessoas preocupa-se em minimizar e/ou esconder aqueles sinais - considerados por alguns como verdadeiros troféus - que podem resultar de uma atividade física, digamos assim, mais rude. Sobre o que escrevo? Falo daquelas marcas que podem variar de simples manchas avermelhadas até grandes áreas de coloração roxa - os hematomas. Marcas que provocam uma dupla reação: o orgulho dos(as) submissos(as) que as trazem e a delícia dos(as) Dominadores(as) que as provocam. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;        &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt;O que é um hematoma?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;        Hematomas são o resultado do rompimento de vasos subcutâneos (logo abaixo da pele). O sangue, então, extravasa esse vaso rompido e, alojando-se naquela região, dá uma coloração arroxeada à pele. Esta coloração vai mudando com o passar dos dias, à medida que o sangue vai sendo absorvido pelo organismo. O tempo de duração deste processo é bem variável: de poucos dias até duas semanas, na maioria das vezes; e depende muito da área afetada, do tamanho da mesma área e, principalmente, da resposta individual de cada pessoa. &lt;br&gt;        De uma maneira geral, pequenos hematomas, do ponto de vista médico, não são um problema preocupante, mas gostaríamos de chamar a atenção para o fato de que um hematoma também funciona como uma advertência. Um aviso de que a área afetada deverá estar plenamente curada para sofrer novos golpes e, portanto, que enquanto os sinais físicos (coloração da pele) persistirem, não deve ser usada novamente em atividade similar. Isso, sem levarmos em conta o fato de que bater em cima de um hematoma pré-existente é por demais doloroso, podendo levar à formação de cicatrizes subcutâneas que podem ser perigosas. Tal cicatriz não será visível, pois estará envolta no tecido gorduroso, localizado abaixo da pele, mas, infelizmente, suas conseqüências serão sentidas mais tarde, na perda de sensibilidade da área afetada! &lt;br&gt;        A seguir, coloco algumas das perguntas (acompanhadas de suas devidas respostas) que me foram enviadas: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;        &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt;&quot;Tenho uma escrava que, para minha felicidade, curte bastante nossas cenas de spanking, mas tenho notado que ela tem uma tendência bem fácil a fazer hematomas e isso, eventualmente, é um problema, principalmente com o verão chegando. Gostaria de saber como posso fazer para evitá-los, sem abrir mão, naturalmente, do nosso prazer.&quot; &lt;br&gt;        Dono preocupado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;       É fácil de entender que nem todos os hematomas podem ser evitáveis dentro do contexto BDSM; e isto deve ser levado em consideração pelas pessoas envolvidas. Existem alguns detalhes simples que podemos aconselhar - sem entrar no mérito das práticas envolvidas -, pois ajudam a prevenir hematomas, se este for um efeito indesejado: &lt;br&gt;&lt;br&gt;       • A simples colocação de um lençol cobrindo a área a ser espancada ou chicoteada diminui bastante a formação de hematomas. &lt;br&gt;       • Mantenha o quarto numa temperatura agradável, sem deixar o ambiente ficar muito aquecido. Isso evita a vasodilatação. &lt;br&gt;       • Não bata em áreas que estejam amarradas - o bondage pode deixar os vasos ingurgitados de sangue, pela redução do fluxo sanguíneo, tornando-os mais suscetíveis ao rompimento e, pior, com maior possibilidades de sangramento pela maior pressão a que estão submetidos. &lt;br&gt;       • Espalhe suas pancadas numa área a maior possível, evitando assim bater no mesmo local inúmeras vezes. &lt;br&gt;       • Concentre as pancadas em locais bem &quot;acolchoados&quot;. &lt;br&gt;       • Quanto maior a superfície do instrumento utilizado para o spanking, menor o risco de produzir hematoma (o impacto se dilui numa área maior). &lt;br&gt;       • Evitar o uso de aspirina ou qualquer antiinflamatório não-esteróide, como Voltaren, Cataflan ou Inflarene, horas antes do encontro. Esses medicamentos agem no mecanismo das prostaglandinas e podem favorecer sangramentos. &lt;br&gt;       • Clamps com superfície lisa, larga e não denteada produzem menos hematomas do que aqueles denteados e muito finos. &lt;br&gt;       • Use algemas de couro ao invés de cordas. Hematomas causados por nós e cordas são facilmente evitáveis, com a simples colocação, por baixo das cordas, daquelas munhequeiras que jogadores de tênis/paddles usam. &lt;br&gt;       • O uso de álcool e cigarro também aumenta as possibilidades de formação de hematomas, por terem substâncias que provocam vasoconstrição severa, sempre de uma maneira sistêmica, enfraquecendo as paredes dos vasos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;        &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt;&quot;Existe alguma coisa a ser feita para diminuir o tempo de um hematoma? Meu sub já ficou mais de duas semanas com as marcas de nosso encontro.&quot; &lt;br&gt;        MsImpaler &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;        Existem algumas coisas que podem ser feitas no que diz respeito a reduzir o tempo de um hematoma, nunca esquecendo que o melhor, sempre, se marcas forem um efeito indesejado, é prevenir e não remediar. &lt;br&gt;        Uma medida prática e de ordem geral é estar bem alimentado. O déficit de certas vitaminas pode diminuir a resistência natural do nosso organismo. A vitamina C, por exemplo, é conhecida por ajudar a manter a integridade da parede dos vasos. Uma laranja por dia, ou qualquer outro alimento rico em vitamina C, ajudam bastante, não havendo necessidade de suplementação em forma farmacêutica. Mas, no caso de você ter brincado de maneira a deixar hematomas, existem algumas normas que podem e até devem ser seguidas: &lt;br&gt;        Repouso - deixe a área afetada descansar. Sem mais spanking no momento. &lt;br&gt;        Gelo - gelo na área afetada por uns 15 minutos de cada vez, várias vezes ao dia nas primeiras 24/36 horas. Não usar o gelo diretamente: enrole numa toalha, num pano ou use uma bolsa para gelo. &lt;br&gt;        Elevação - manter a área elevada, se isso for possível. Se a área do hematoma for naquela parte anatômica que é mania nacional, isso pode ficar bem interessante... &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;        &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt;Últimos cuidados &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;yui-tag-span yui-tag&quot; tag=&quot;span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); &quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;        O tempo de desaparecimento de um hematoma está diretamente relacionado ao tempo que o organismo vai levar para absorver o extravasamento de sangue que houve às custas do rompimento do capilar. Por isso, recomenda-se o uso, após as primeiras 24 horas (quando se imagina não haver mais nenhuma possibilidade de sangramento ativo), de calor local. Nesta fase, um aumento da circulação sanguínea na área afetada apressaria o processo de reabsorção.&lt;br&gt;       Existe uma gama bem grande de cremes e pomadas que são usados em hematomas. Na verdade, a maioria destes cremes teriam ação graças ao aumento do calor local que eles proporcionam. Uma massagem no dia seguinte também não seria má idéia. E incorporar essa mesma prática aos cuidados pós-cena, pode vir a ser simplesmente divino, não é mesmo? &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); font-family: Verdana; line-height: normal;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(17, 17, 17); font-family: Verdana; line-height: normal;&quot;&gt;(Fonte: &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial; line-height: 15px; &quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.desejosecreto.com.br/seguro/seguro11.htm&quot;&gt;http://www.desejosecreto.com.br/seguro/seguro11.htm&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 24 Oct 2008 08:54:50 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>De como reconhecer um verdadeiro Mestre SM (por Ninna)</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/de-como-reconhecer-um-verdadeiro-mestre-sm-por-ninna-</link>
            <description>&lt;div class=&quot;snap_preview&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nos dias atuais com o
advento da net, e com a facilidade de se comunicar de forma incógnita,
é cada vez mais comum que homens e mulheres que sentem dificuldades em
relacionar-se fora da rede, façam-se passar por Dominadores e
Dominadoras com o claro objetivo de conseguirem apenas sexo fácil, e
não exercitar esta forma tão bela e nobre de erotismo. Acreditam estes
pseudo-dominadores que um submisso não os poderá rejeitar, e desta
forma, sem nenhum preparo nem ética, se lançam às práticas
sadomasoquistas desconhecendo os sérios riscos físicos, emocionais e
psicológicos a que expõem a si, e a seus parceiros.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Este artigo, escrito com anuência de meu Mestre, e
baseado em minhas próprias experiências, visa auxiliar submissos e
submissas iniciantes que desejem buscar verdadeiros Dominadores na net
ou fora dela.&lt;/p&gt;
&lt;dl&gt;&lt;dt&gt;Do perfil do praticante SM &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Como primeiro ponto, é imprescindível observar que os praticantes
de SM (os verdadeiros, praticantes na vida real pelo menos) são,
geralmente, pessoas intelectualmente sofisticadas, e ao contrário do
que se possa imaginar, haja visto que o SM é considerado uma perversão
sexual pela OMS, são também pessoas moralmente requintadas. Logo,
desconfie sempre da vulgaridade (quando gratuita e desproporcional
durante uma abordagem inicial por exemplo) e da avareza de conteúdo
cultural durante as primeiras conversações – teste seu Mestre – isto
não o diminuirá, nem o tornará menos Dominador (se ele realmente o
for), ao contrário, o tornará orgulhoso de poder se mostrar.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Do referencial SM &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Desconfie de Mestres que desejem se tornar sua única fonte de
informações e conhecimentos SM. Um verdadeiro Mestre estimula seus
servos a buscar, se inteirar e aprender cada vez mais. Um Mestre sabe
aprender com seu escravo, e como submisso é seu dever ser uma fonte de
informações novas e relevantes para seu Senhor. Quando um Dominador
tenta se tornar o único referencial SM do escravo denota insegurança e
não raro, uma certa dose de ignorância.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Dos direitos de um submisso &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;O que é seu direito você deve exigir, não mendigar. Tenha uma
atitude respeitosa sempre, mas mantenha-se informado sobre seus
direitos tanto quanto sobre seus deveres. Sim, você tem direitos.
Exija-os. Estabeleça-os desde o princípio. Argumente com seu candidato
a Dominador sobre seus traumas e frustrações, e não permita que
territórios sagrados para você sejam invadidos. Isto inclui seu próprio
corpo. Exija o uso de preservativos, lubrificantes, assepsia dos
brinquedos sexuais, higiene e tudo o que julgar necessário para que sua
saúde física e emocional sejam preservados. É um dever de seu Dominador
respeitá-lo tanto quanto você o respeita. Se o Mestre se negar a
respeitá-lo, repense a relação.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;De limites &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Exponha desde o princípio com clareza e objetividade todos os seus
limites, ainda que pressinta internamente que em algum tempo vá mudar
de idéia quanto à eles. “Naquele” momento você sabe que eles existem, e
rompê-los deve ser um processo gradativo dentro do “seu” tempo, não no
do Mestre.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Do prazer &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Um Mestre recebe e dá prazer. SM é um exercício de prazer, e você o
merece. Questione consigo mesmo se está tendo o prazer que buscava ao
se lançar neste jogo, e exponha sempre seus sentimentos a quem te
domina. Um Mestre que se recusa, ou não sabe gerar prazer não é um
Mestre.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Da confiança &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Um Mestre deve confiar em você tanto quanto você nele. Confiança é
um ingrediente fundamental na prática SM, e esta é irmã da sinceridade.
Jamais minta para seu Dominador. Seja sempre verdadeiro quando falar,
agir ou sentir. Estas serão armas poderosas que seu Mestre terá para
lhe dar prazer, e ao que tudo indica, telepatia ainda não é a forma
mais eficiente de comunicação da atualidade. Seja sempre objetivo, e
não tema em colocar os pontos mais delicados que possam surgir. Se ele
for um verdadeiro Mestre saberá separar as críticas das atitudes
desrespeitosas de sua parte, e ambos ganharão. Um verdadeiro Senhor não
sente necessidade de ser temido. Seu Senhor tem todo o direito de lhe
omitir informações que julgue desnecessárias, mas não aceite que minta.
Converse a respeito se estiver em dúvida.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Da segurança &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Se para se sentir seguro precisar de dados pessoais a respeito de
seu Dominador, peça-os. Nomes reais, números de carteiras de identidade
e telefones não são garantias de coisa alguma, mas se ele não se
importa de os dar já é uma grande prova de que é alguém com objetivos
éticos, embora isto não seja um ponto fundamental aqui, porque muitas
vezes ele pode omitir tais informações por outros motivos. Antes de um
contato real procure conversar muito com seu Dominador. SM é
comunicação, e se o Mestre exige um encontro muito rápido, antes que se
conheçam suficientemente bem, pode se tratar de um dos casos citados na
introdução deste texto. Seja criterioso quanto à escolha do local, e
mantenha dados de onde estará com uma terceira pessoa. Não é necessário
dar detalhes do conteúdo de seu encontro, mas é importante que pelo
menos mais alguém saiba onde você se encontra caso algo não saia
exatamente como previu.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Da compatibilidade &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Existem tantas formas de se praticar SM quantos são as pessoas que
o fazem, logo, pergunte, observe, questione. Veja se o método de
dominação do Mestre se encaixa em suas expectativas. Não se entregue a
uma modalidade SM que não lhe dê prazer apenas porque o Mestre assim o
deseja. Lembre-se sempre que um verdadeiro Mestre adapta-se ao seu
escravo, não o contrário.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Do comércio &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;SM é um exercício de sexualidade, de amor e de prazer. Não acredite
em contratos de servidão que visem lucro ou comércio entre você e seu
Dominador. Você pagará o prazer que receber com o prazer que
proporcionará. Não admita ter que pagar ou receber por qualquer prática
SM, salvo se for um profissional, é claro.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Das punições &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Punições fazem parte do jogo SM, mas quando o Mestre é inexperiente
ou despreparado, pode provocar danos psicológicos ao escravo, mesclando
os castigos ministrados para o prazer, com as punições impostas por
atos indevidos. É dever do seu Senhor puni-lo quando se portar mal, ou
quando agir em desacordo com suas regras, mas você deverá ser sempre
informado de como e porquê a punição estará acontecendo, e deve
entendê-la como algo necessário. O Dominador que não sabe distinguir
punições de castigos inerentes ao SM deve ser seriamente questionado, e
quiçá informado a respeito. Não tenha medo de ensinar algo ao seu
Mestre. Ele aprenderá com você tanto quanto você com ele.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Das experiências &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;É óbvio que se seu Mestre ainda não domina determinada técnica,
você será a cobaia potencial para que ele a treine e aprenda, logo,
questione antes o quanto ele está preparado para testá-la em você, e
estabeleça com ele um safeword (ver informações a respeito) para que a
brincadeira possa ser interrompida caso não ocorra como planejaram, ou
para que não resulte num acidente. Exija segurança, você não é um
brinquedo. Recuse-se a participar da experiência se o Mestre se negar a
dar-lhe as explicações que merece. Pseudo-dominadores acreditam que
podem fazer tudo o que vêm na net ou em publicações especializadas, sem
antes se informar ou mesmo estudar a técnica. Mantenha-se distante de
Dominadores que debocham do termo “estudar” quando se tratar de SM.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Dos sentimentos &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Um verdadeiro Mestre se interessa por tudo o que provoca, por todas
as sensações e sentimentos de seu escravo, particularmente depois de
uma sessão. Seja sempre sincero, fale a verdade. Nunca minta apenas
para agradar ao Mestre. Se um Mestre não se mostra interessado pelos
seus sentimentos é porque não o está observando, e neste caso pode
tratar-se de um pseudo-Mestre. Questione-o, se for o caso.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Dos abusos &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;Tanto a submissão, quanto a dominação são características eróticas.
Você não tem que ser um submisso 24 horas por dia se não lhe dá prazer.
Existem casos de pseudo-dominadores que abusam de seus escravos fora do
contexto erótico. Se não faz parte da sua fantasia, não se preste a
este papel. Um verdadeiro Mestre respeita e admira seu servo. Não é sua
obrigação por exemplo, passar horas na fila do Banco do Brasil para
pagar as contas dele somente porque você é seu escravo. Estabeleça os
critérios de sua servidão.
&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;Apontamento final &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;E finalmente, é bastante difícil distinguir um Mestre inexperiente
de um mau Mestre, principalmente se você como submisso, também é um
principiante. Estimule-o a se aprimorar. Se perceber que um Mestre
reúne todas as características de um bom Dominador, além de ser ético e
bem intencionado, aprenda junto com ele. Dialogue bastante, e
iniciem-se mutuamente. Lembre-se que ninguém nasceu sabendo. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt; &lt;br&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;(Fonte: http://carcereiro.110mb.com/artigos/a117.htm - Originalmente publicado na Comunidade Escravas e Submissas - Orkut) &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;
&lt;/div&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 20 Oct 2008 22:17:13 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Cela de veludo: considerações sobre as relações D/s à partir de um poema de Adélia Prado ...</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/cela-de-veludo-considera-es-sobre-as-rela-es-d-s-partir-de-um-poema-de-ad-lia-prado-parte-1-</link>
            <description>&lt;P&gt;&lt;I&gt;&lt;B&gt;(Nota: esse texto foi originalmente publicado na comunidade &quot;Desejo Secreto&quot; do Orkut, no tópico &quot;Projeto Ciranda&quot;, numa sugestão de reflexão à partir do texto de Adélia Prado , reproduzido abaixo. Por sua extensão, foi dividido em duas partes).&lt;/B&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot; mce_style=&quot;text-align:center;&quot;&gt;&lt;I&gt;&lt;B&gt;Para o Zé&lt;/B&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot; mce_style=&quot;text-align:center;&quot;&gt;(Adélia Prado)&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot; mce_style=&quot;text-align:center;&quot;&gt;&lt;I&gt;&lt;B&gt;(em Poesia Reunida, Editora Siciliano, S.Paulo, 1991, p.99)&lt;/B&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P align=center&gt;&lt;I&gt;&quot;Eu te amo, homem, hoje como&lt;BR&gt;toda vida quis e não sabia,&lt;BR&gt;eu que já amava de extremoso amor&lt;BR&gt;o peixe, a mala velha, o papel de seda e os riscos&lt;BR&gt;de bordado, onde tem&lt;BR&gt;o desenho cômico de um peixe — os&lt;BR&gt;lábios carnudos como os de uma negra.&lt;BR&gt;Divago, quando o que quero é só dizer&lt;BR&gt;te amo. Teço as curvas, as mistas&lt;BR&gt;e as quebradas, industriosa como abelha,&lt;BR&gt;alegrinha como florinha amarela, desejando&lt;BR&gt;as finuras, violoncelo, violino, menestrel&lt;BR&gt;e fazendo o que sei, o ouvido no teu peito&lt;BR&gt;pra escutar o que bate. Eu te amo, homem, amo&lt;BR&gt;o teu coração, o que é, a carne de que é feito,&lt;BR&gt;amo sua matéria, fauna e flora,&lt;BR&gt;seu poder de perecer, as aparas de tuas unhas&lt;BR&gt;perdidas nas casas que habitamos, os fios&lt;BR&gt;de tua barba. Esmero. Pego tua mão, me afasto, viajo&lt;BR&gt;pra ter saudade, me calo, falo em latim pra requintar meu gosto&lt;BR&gt;Aprendo. Te aprendo, homem. O que a memória ama&lt;BR&gt;fica eterno. Te amo com a memória, imperecível.&lt;BR&gt;Te alinho junto das coisas que falam&lt;BR&gt;uma coisa só: Deus é amor. Você me espicaça como&lt;BR&gt;o desenho do peixe da guarnição de cozinha, você me guarnece,&lt;BR&gt;tira de mim o ar desnudo, me faz bonita&lt;BR&gt;de olhar-me, me dá uma tarefa, me emprega,&lt;BR&gt;me dá um filho, comida, enche minhas mãos.&lt;BR&gt;Eu te amo, homem, exatamente como amo o que&lt;BR&gt;acontece quando escuto oboé. Meu coração vai desdobrando&lt;BR&gt;os panos, se alargando aquecido, dando a volta ao mundo,&lt;BR&gt;estalando os dedos pra pessoa e bicho.&lt;BR&gt;Amo até a barata, quando descubro que assim te amo,&lt;BR&gt;o que não queria dizer amo também, o piolho.&lt;/I&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot; mce_style=&quot;text-align:center;&quot;&gt;&lt;I&gt;Assim, te amo do modo mais natural, vero-romântico,&lt;BR&gt;homem meu, particular homem universal.&lt;BR&gt;Tudo que não é mulher está em ti, maravilha.&lt;BR&gt;Como grande senhora vou te amar, os alvos linhos,&lt;BR&gt;a luz na cabeceira, o abajur de prata;&lt;BR&gt;como criada ama, vou te amar, o delicioso amor:&lt;BR&gt;com água tépida, toalha seca e sabonete cheiroso,&lt;BR&gt;me abaixo e lavo teus pés, o dorso e a planta deles&lt;BR&gt;eu beijo.&lt;/I&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot; mce_style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;Calma! Você não lerá um artigo acadêmico por dois motivos: aqui não é o espaço e não tenho cabedal para fazê-lo. Vou apenas tentar compilar algumas coisas que eu escrevei para ninguém ler e o tanto que está em minha cabeça à partir de algumas experiências D/s que vivo.&lt;BR&gt;Porque chamar essa série de reflexões de “Cela de Veludo”? Primeiramente porque o poema lindíssimo de Adélia Prado trata muito de submissão e, como é (ou deveria ser) regra, uma submissão voluntária como pode-se facilmente notar. Em segundo lugar, porque é uma cela confortável, que não tem a intenção de provocar um dano físico ou mental de alguma monta.&lt;BR&gt;Como acredito ter esboçado na minha primeira intervenção, o poema é reconhecidamente “submisso”, estando a palavra entre aspas por uma assunção de que no “diálogo amoroso” não deveria importar (ao menos idealmente) um exercício de poder explícito mas eventualmente construído na dinâmica das relações.&lt;BR&gt;Tudo muito bem, tudo muito bom mas JB, o que tem isso a ver com o BDSM? - podem dizer os mais apressados. Apesar do que há de peculiar no relacionamento amoroso comum (baunilha?) e no relacionamento Dominador(a)/submisso(a)? Para mim ambos guardam, no fundo, grandes similaridades e igualmente grandes diferenças.&lt;BR&gt;A primeira similaridade, ao meu ver, refere-se ao processo de sedução. Por mais que possamos (queremos?) negar, o processo de “negociação” é na verdade um processo de sedução baseado em características de personalidade pré-existentes e que começam a ser construídas/reconstruídas e/ou moldadas durante esse mergulho no mundo do fetiche.&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot; mce_style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;Um parêntese: tenho visto muitas intervenções em várias comunidades, discutindo se a submissão é construída ou conquistada do submisso(a). Dentro da minha experiência, vejo que a submissão, no BDSM, é uma expressão sistematizada de algo que sempre esteve presente na personalidade do submisso, algo que os psicólogos e demais profissionais de áreas afins podem explicar com mais competência do que eu e acredito piamente que o mesmo valha para os Dominadores(as).&lt;BR&gt;Isso ao meu ver, tem implicações fáceis de serem previstas mas que não tenho visto serem enunciadas: há um processo legítimo de “enamoramento” do Dominador(a) por seu submisso(a). Isso não é novidade? Ufa! Que bom! É novidade? Vamos expandir um pouquinho.&lt;BR&gt;Deve dar calafrios em determinadas pessoas saberem que de repente se enamoraram de seus parceiros BDSM. Isso é rendição ao “baunilhismo”? De forma alguma.&lt;BR&gt;Recorro ao meu “Velhíssimo Dicionário da Língua Brasileira” para achar a significação do verbo “enamorar” e encontro:&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“ENAMORAR, v.t. Encantar; enfeitiçar; apaixonar; p. Deixar-se possuir por amor; apaixonar-se; enlevar-se”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Uia! “Deixar-se possuir por amor”??? Caraca! Porque não “deixar-se possuir pelo desejo” ou “deixar-se possuir-se pelo fetiche” ou finalmente “deixar-se possuir-se pela entrega”? Será que invalida o argumento trocar as palavras? Ao meu ver, não, muito pelo contrário, porque deixar-se possuir é entregar-se (mesmo vocês senhores e senhoras Dominadores e Dominadoras!!!!!). No caso do submisso, essa entrega ocorre no universo do servir e no caso dos (das) Dominadores(as) no receber o gesto de servir.&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot; mce_style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;Sei que muitos vão “torcer o bico” ao ler essa frase mas ao menos para mim, é o que acontece. Mesmo o mais sádico dos dominadores (as) sofrem ou são agentes de um processo de sedução que leva ao enamoramento versão BDSM.&lt;BR&gt;O mais importante é assumir , e não vejo nenhum problema nisso, que somos enamorados de nossos(as) submissos(as) em diversos graus de envolvimento. Assim é a vida e não há porque negá-la.&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot; mce_style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;PASTOREANDO NOS CAMPOS BDSMISTAS&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Se não é tão ofensivo ao nossos pudores e conceitos que nos apaixonamos e nos envolvemos com nossos parceiros BDSMistas , vai ficar mais fácil a gente ver o grande contato que há do poema baunilha com os nosso processos de negociação e vivência dentro do BDSM.&lt;BR&gt;Com certeza o “José” do poema é um homem poderoso em sua sutileza e na expressão do seu amor à personagem do poema. Não podemos perceber (ao menos eu não percebo) nenhum sinal de sofrimento ou de dor , ao contrário, transmite-se uma sensação de plenitude que faz com que a personagem viva em intensidade o bem-querer à ponto de colocar-se de “joelhos” ante ao objeto (ops!) de seu amor.&lt;BR&gt;Como já disse anteriormente, a personagem coloca o seu amado em uma altar, há uma sacralização dele de forma inquestionável. A frase do poema “Te alinho junto das coisas que falam uma coisa só: Deus é amor”, vai além dos limites simplistas de uma relação amorosa e coloca no amado a potência de proporcionar não apenas a felicidade mas a “redenção” através dessa experiência, transcendendo os níveis “normais” de uma relação, tocando outra poetisa fantástica, Florbela Espanca, no seu fabuloso poema “Fanatismo” onde ela declara mais explicitamente: “Por que és como Deus, princípio e fim”.&lt;BR&gt;Nesses casos, detecta-se no amado a capacidade de prover o “manjar dos deuses”, o “Maná do deserto”, donde obtém-se a graça (no sentido religioso) e o favor indispensáveis à plenitude de quem ama, portanto, legitimando o servir.&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot; mce_style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;Ops! Cheirinho de BDSM no ar? Huuuuuuuuuum... Estou aqui curtindo-o! Cheiro doce da construção da submissão através da “exposição” (muitas vezes nem tão exposta assim) de um “plano de vôo” que faz subir aos céus, mesmo experimentando uma sessãozinha hard de spanking...rs...&lt;BR&gt;Se o exposto está minimamente coerente, podemos escrever assim: “A relação D/s constituí-se de um processo de sedução onde o(a) submisso(a) coloca o seu Dominador(a) como o único agente que pode, não apenas usufruir de sua submissão, mas de justificá-la, legitimá-la e dar-lhe corpo.&lt;BR&gt;Os cariocas como a Helena diriam: “Que responsa, mermão!!!” Pois é! Pois é! Não vou nem dizer que ser Dominador é mais fácil do que ser submisso porque sei que essa discussão não tem pé nem cabeça até porque , como diria Caetano Veloso, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”, uma frase lapidar. No entanto, isso pode suscitar uma discussão (em outro lugar e momento) se os Dominadores(as) e submissos(as) sabem realmente com o que estão lidando, a responsabilidade e gravidade de cada gesto e/ou atitude tomada.&lt;BR&gt;Se é verdade que a personagem do poema de Adélia é indiscutivelmente submissa e o José um Dominador, convém examinar algumas pistas do caráter da relação que constróem.&lt;/P&gt;
&lt;P style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot; mce_style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;(continua)&lt;/P&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 20 Oct 2008 21:57:23 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Cela de veludo: considerações sobre as relações D/s à partir de um poema de Adélia Prado ...</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/cela-de-veludo-considera-es-sobre-as-rela-es-d-s-partir-de-um-poema-de-ad-lia-prado-parte-2-</link>
            <description>&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;NO BALANÇO DAS TRÍADES&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; face=&quot;Times New Roman&quot; size=3&gt;&lt;I&gt;&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;O poema me suscitou emoções muito dadas por fatos que me aconteceram dentro e fora do “meio”. Todas essas coisas, esses fatos, me fizeram ver que o amor e a submissão, o enamoramento e o domínio, são todas facetas distintas do mesmo processo. &lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Parece-me que algumas pessoas têm resistência máxima em admitirem-se nesse processo de sedução, conquista, realimentação/revisão das expectativas, renovação e inclusive a separação e o distanciamento. Pergunto-me porque e encontro uma resposta que para mim , respeitadas as opiniões divergentes, bizarra: temem os dominadores (as) que a sua autoridade seja solapada por mostrarem-se interagentes no processo que uniu Dominador(a)/submisso(a). &lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;O poema de Adélia, nesse sentido, mostra um antídoto à essa visão torta: é através do sentir-se acolhida, aceita, legitimada que procedeu-se à submissão, à entrega e à sacralização que tornou-se indispensável para atingir-se o estado que fez da personagem uma cultuadora, cuidadora e devota de seu amado.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Talvez falte-nos , ou ao menos para alguns, a visão de uma pessoa em presença, fisica, icônica ou real (segundo o sentimento de cada um) , de um santo. Jogado de joelhos, não pede, implora pelo seu favor. Já presenciei em Igreja de minha cidade, uma mulher que atirou-se ao chão para humilhar-se e pedir uma cura. &lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;A quem mais poderia se tributar tanta reverência e poder senão ao ser que poderia retirar-lhe de sua angústia e de devolver-lhe aquilo que perdera, no caso, a saúde?&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;A quem mais um(a) submisso(a) consciente de que sua felicidade está diretamente ligada ao ser aceita e legitimada em sua forma de sentir prazer, tributaria fidelidade, desvelo e serviço? Com certeza àquele(a) em quem reconhecesse tal capacidade e tal poder. Portanto, ao meu ver, o enamoramento e a dedicação são os únicos meios de chegar-se à tal devoção, necessitando de um empenho especial por parte do(a) Dominador(a) para que tal estágio seja atingido.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Ao ver alguns casais “BDSMistas” não tenho quaisquer dúvidas que ocorra algo assim. No entanto, se nem no “baunilhismo” isso é norma, não esperaria que fosse possível no BDSM que não tem, em essência, tanta diferença assim das práticas habituais, só tem um caráter um tanto diferente nas práticas.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Isso contempla uma das tríades que H. propôs tão bem, o “Nós dos Nós”. Lembro-me que ali ela pontua que as emoções transcendiam as dores e chegavam à unir almas em algo muito maior , unindo almas e corações. Perfeito! &lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Passei boa parte da tarde (estou escrevendo na noite/madrugada) pensando o que o masoquismo supostamente afetaria nessa construção que o poema propôs. Concluo que&lt;SPAN&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;o masoquismo não aspira consumir-se em si , apesar de poder aspirar a isso eventualmente. No entanto, se prazer causa, carece e espera realimentar-se para tornar a ser satisfatório até quando isso não mais ocorra e transmute-se, eventualmente, em algo mais (ou menos).&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Portanto, a concepção do “Nós de nós” está vinculado ao prazer, à dimensão criadora da vida. E a união só se legitima no prazer que aspira e na realização dele.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;E o “Tocar as raias”? Será que poderíamos afirmar que “Tocar as raias” é um processo físico, de chegar aos extremos nas práticas? Todos sabem que não. Na verdade, mesmo a prática mais extrema não tem sentido nenhum se não vier secundada de uma profunda ligação erótico-afetiva. &lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;A falta dessa percepção, na minha opinião, empobrece muito o diálogo D/s. Reduzir essa relação em um bate/apanha é empobrecê-la , sem com isso fazer qualquer condenação a quem se proponha a viver algo assim.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;E é esse a grande lição que o poema aponta: a submissão talvez não necessite, necessariamente, das práticas mas do grau de sedução que um(a) Dominador(a) tem sob seu submisso(a) e vice e versa.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Alguém tem alguma dúvida que isso também aconteça no enamoramento mais “comum”? Quem confrontado com um(a) “adversário(a)” não empunha todas as armas para afastá-lo? Quem, tendo a “coleira” devolvida, o rompimento do pacto original, não se desestruture? Quem, em separando-se definitivamente do(a) amado(a) não perca o próprio significado de sua vida?&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Para encerrar: a maior lição que esse poema nos dá é a da intensidade da entrega, seja no “baunilhismo” seja no BDSMismo. Isso deve inquietar ao nos instigar a pensar em que entrega e que Dominação estamos&lt;/I&gt; &lt;I&gt;exercendo. Saber que os mecanismos são sutis e&lt;SPAN&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;a prática não pode ser menos sensível à essa sutileza.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Transformar a realidade falsamente árida que o BDSM propõe para uma plenitude que o poema transborda. Algo para a reflexão. Desculpe se essa foi muito extensa. &lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P class=MsoNormal style=&quot;MARGIN: 0pt; TEXT-ALIGN: justify&quot; align=justify mce_style=&quot;text-align:justify;margin:0;&quot;&gt;&lt;FONT face='&quot;&quot;'&gt;&lt;FONT style=&quot;FONT-SIZE: small&quot; size=3&gt;&lt;FONT face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;I&gt;Saudações à todos.&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 20 Oct 2008 21:54:33 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Como se reconhece uma entrega? (Miss Libido)</title>
            <link>http://umavisaobdsm.synthasite.com/blog/como-se-reconhece-uma-entrega-miss-libido-</link>
            <description>&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: yui-tmp;&quot;&gt;Muito se fala de entrega, não só em matéria de BDSM como na vida em geral, mas na verdade, além de a definir, como a reconhecer?&lt;br&gt;A
actual sociedade de consumo arrasta em si um milhão de compromissos e
escolhas perenes e de acesso fácil que nem sempre dão margem a bases
sólidas e alicerces firmes, na generalidade!&lt;br&gt;No Mundo do prêt-a...
em que tudo parece ser feito para um desgaste rápido e uma substituição
ainda mais célere, onde ficam então as relações/uniões, sejam elas de
que cariz forem?&lt;br&gt;No universo do BDSM, tudo visa a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;entrega&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;
como reconhecimento final de um suceder de parâmetros mais ou menos
comuns. Mas e quando a distância se interpõe ou/e as partes não se
conhecem ainda intimamente, e no entanto a entrega esteve sempre lá
desde o primeiro contacto!?&lt;br&gt;Admito que se possa duvidar de relações
à distância, de contactos virtuais, de Dominações não-presenciais,
etc... mas se a entrega se verificar num primeiro contacto, como pode
ser abalizada como genuína ou/e reconhecida pela outra parte? Falo aqui
não só de submissos a entregarem-se mas também de Dominadores, porque
entendo as relações no BDSM como uma partilha de entregas por ambas as
partes! E como em tudo, haverá alguma hipótese de ser facilmente
visivel/palpávelque o Dom/submisso se entregou por inteiro numa
primeira aproximação?&lt;br&gt;Não me parece; julgo que tudo o que as partes podem esperar é &lt;strong&gt;&lt;em&gt;sentir&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;
a entrega e, se for o caso, devolver a dádiva... Seja como for, uma
entrega faz-se mais com os olhos a pele e os músculos, do que com
fórmulas de bom-comportamento estipuladas para uma sessão ou/e relação
com um Dominador/a. Recentemente, defendia que um submisso não o é
menos por não apresentar uma coleira (real ou virtual) nem por
obedecer/cumprir mais ou menos ordens ou/e tarefas de maior exigência
de sacrifício; na verdade, entendo que a entrega de um submisso não é
quantificada pelo que ele faz ao entregar-se mas como o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;sente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;...&lt;br&gt;Do
mesmo modo, o reconhecer de uma entrega terá de ser sentida e não
emoldurada por &quot;avisos&quot; e &quot;atavios&quot; no BDSM, porque nada é mais
poderoso do que o olhar, o toque, os silêncios de quem se entrega...
Mesmo que o submisso continue sem Dono e não tenha um Dominador em
exclusivo, sou de opinião que há entregas que nunca serão ameaçadas,
como há coleiras que nunca chegam a sair! No final, o importante é que
tenha valido a pena, porque &quot;a vida é feita de pequenos nadas!&quot;.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Fonte: http://misslibidonopaisdasmaravilhas.blogspot.com/2005_08_01_archive.html)&lt;br&gt;&lt;meta http-equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;ProgId&quot; content=&quot;Word.Document&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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            <pubDate>Sun, 19 Oct 2008 20:56:15 +0100</pubDate>
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